Géssica Waltrick, especialista financeira ministrará palestra no 1º Congresso Nacional da ABRACCOS
Rede Super Rádio Brasil
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sábado, 29 de abril de 2023
Géssica Waltrick, especialista financeira ministrará palestra no 1º Congresso Nacional da ABRACCOS

Compaixão, comunidade e humanidade
CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA
Compaixão, comunidade e humanidade
Se desejamos ter uma convivência mais pacífica com nossos traumas, precisamos entender que a compaixão é um conduto importantíssimo neste processo.
Quando somos compassivos reconhecemos que o outro tem dores tanto quanto temos e, por isso precisamos ter paciência, longanimidade e exercer o perdão.
O conceito de comunidade está intimamente acoplado ao de compaixão. Quando entendemos que não tem como viver sozinhos e, portanto, a ideia de comunidade se torna imperativa na vida, vigiamos nossos atos e, buscamos construir um lugar melhor para mim e para meu outrem. Mesmo que esta convivência não seja tão fácil de exercê-la como teoricamente delineamos.
Humanidade não pode ficar de fora, pois se relaciona com a maneira que vou lidar com meus circunstantes que também vivem demandas desafiadoras no dia a dia.
O trauma pode ser um problema grave em nossa vida, mas não é invencível. Portanto, estar em consonância com estes três aliados, muito podemos fazer para minimizar este mal.
A compaixão, com seus recursos, pode ser um ajudador benigno e curador. Segundo Paul Conti (2022, p. 168) “ao exprimir compaixão por nós e pelos outros e ao permitir que a compaixão alheia se enraíze em nós, podemos nos salvar da devastação do trauma e mudar nossa vida para melhor”.
E como sempre, diante de tantos ditos, algumas perguntas nos saltam ao olhos: Quais são os ambientes em que posso exercer a compaixão para comigo e para com meu próximo? Me isolar quando a tristeza me sobrevêm é um caminho seguro para conseguir lidar com o trauma? As respostas que emergem das perguntas anteriores podem se coadunar com a noção que tenho de comunidade e humanidade? Como posso fazer para que diariamente eu consiga promover compaixão, comunidade e humanidade?
Lembre-se: temos que trabalhar duro no afã de não darmos passe livre ao trauma. Ele não merece.
Um fortíssimo abraço para você!
Instagram: baunilha45 e s48m7
Referência:
CONTI, Paul. Trauma: a epidemia invisível. Trad. Beatriz Medina. Rio de Janeiro: Sextante, 2022.

Em Brasília, Fernando Moraes esteve com Deputados Federais de Pernambuco.
Em Brasília, Fernando Moraes esteve com Deputados Federais de Pernambuco.

sexta-feira, 28 de abril de 2023
A atriz Valen Gaspar foi escolhida para interpretar ao lado do ator Lázaro Ramos, no filme "Meu Primeiro Natal do Mundo"
A atriz Valen Gaspar foi escolhida para interpretar ao lado do ator Lázaro Ramos, no filme "Meu Primeiro Natal do Mundo"
A atriz Valen Gaspar, oito anos, está entrando no mundo artístico com o pé direito. Ela foi a escolhida para interpretar Maju, a filha do professor Pepê, personagem do ator Lázaro Ramos, no filme Meu Primeiro Natal do Mundo. As gravações já estão a todo vapor e a menina vem se divertindo muito dentro e fora de cena. Com produção da Prime Vídeo e dirigido por Susana Garcia e Gigi Soares, o longa gira em torno da família Pinheiro Lima, que se aventura para recriar o feriado e as tradições natalinas, já que uma das crianças faz o pedido para que o Natal desapareça.
Photo imagem: Divulgação
Fonte: Mônica Veiga

Casos de Covid em Minas passam de 111 mil em 2023, e reforçam campanha pela vacina contra a doença
freepik |
O painel de monitoramento dos casos de Covid-19 da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais vem mostrando que os meses iniciais de 2023 ainda exigem atenção dos mineiros em relação à doença. Somente no mês de janeiro, foram mais de 70 mil casos confirmados, enquanto no mês de fevereiro os números superaram os 40.700 casos. Até meados de março, já eram mais de 111 mil casos registrados. Mas este não é um problema exclusivo de Minas. A situação se repete em outros estados. Por isso, foram intensificadas as campanhas de vacinação contra o coronavírus em todo o país.
Para Dr. Celso di Lascio, médico da You Saúde, operadora de planos de saúde, este é um momento que exige cautela por parte da população. “As filas quase quilométricas para tomar a vacina nos anos anteriores não existem mais, o que não significa que a doença tenha sido varrida do país. Falta na verdade é conscientização, já que há uma dose excessiva de otimismo e uma crença preocupante em fake news que condenam as vacinas”, alerta.
De fato, o número de casos não é mais o mesmo observado no pico da doença, entre 2020 e 2021. Entretanto, explica Dr. Celso, a presença da Covid-19 ainda não chegou a um nível no Estado que dispense a preocupação da sociedade. “São muitos casos registrados, e arrisco dizer que este número é ainda maior. É certo que há muitos casos em que o indivíduo associa os sintomas a uma gripe, um resfriado ou a uma virose, e não se submete ao exame para identificar a doença. Este é um cenário que traz preocupação para toda a comunidade sanitária”, afirma.
A contraofensiva vem em forma de campanha. Os postos de saúde já deram à aplicação de uma vacina bivalente da Pfizer, que age não apenas contra a cepa original do coronavírus como também contra outras variantes, inclusive a ômicron. “O ideal seria que as pessoas estejam com todas as vacinas em dia. Mas sabemos que esse cenário é utópico. Ao menos duas doses da vacina significaria, em tese, o mínimo de proteção necessária para combater a Covid-19”, pontua o médico.
Ele lembra ainda que os dados de 2022 reforçam o alerta para a vacinação agora. No ano passado foram registrados mais de 1,8 milhão de novos casos em Minas Gerais, onde também ocorreram mais de 7.800 mortes. “Este problema ainda não está superado, e a população precisa se conscientizar disso. Temos tudo para evitar passar pelo pesadelo dos dois primeiros anos de pandemia, mas isso dependerá mais da vontade popular do que de ações políticas. A parte governamental está sendo feita, porque as vacinas estão disponíveis nos postos de saúde”, sustenta.

Condução de pets deve obedecer a exigências do Código de Trânsito
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Passear ou mesmo viajar de carro com um pet é um hábito que muitos tutores fazem questão de realizar de vez em quando. Mas essa é uma tarefa que vai além de colocá-lo no automóvel. O motorista deve primar não apenas pela segurança dos passageiros humanos, mas também pelo conforto e proteção do animal.
Diferentemente do que se vê de vez pelas ruas, deixá-lo solto no carro e com a cabeça para fora do veículo, não apenas coloca sua segurança em risco como ainda fere o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O Art. 169 aponta a exigência de se dirigir com atenção e com os cuidados indispensáveis à segurança. Já o Art. 235 é ainda mais incisivo, e classifica como infração grave, passível de multa e de retenção do veículo, conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo.
“Infelizmente, essa é uma prática quase que cotidiana. A família, de modo geral, deve garantir a segurança do pet da mesma forma que garante a sua própria, usando o cinto de segurança. Essa proteção deve se estender também ao animal, e o carro em movimento precisa ser um ambiente minimamente seguro para todo mundo, inclusive para ele”, afirma Simone Cordeiro, diretora-comercial da Au!Happy, operadora de plano de saúde para pets pioneira no país.
No CTB, essa segurança também é exigida pelo Art. 252, que proíbe que o animal seja transportado no colo ou ao lado do motorista. “Parecem ser orientações longe da realidade de quem tem um cachorro menos agitado, por exemplo, mas é importante lembrar que uma reação brusca por parte do animal pode distrair ou até fazer o motorista perder o controle do veículo. E, claro, em caso de acidente, o pet também deve estar protegido”, esclarece.
Hoje, o mercado nacional oferece muitas opções de segurança para o transporte de animais, como caixas e até mesmo cintos de segurança apropriados para cães. Simone acrescenta que, no caso das caixas, que são bastante populares entre os tutores, elas devem estar sempre trancadas e dispostas num local onde permaneça mais fixada, como no assoalho do veículo, atrás do banco dianteiro.
“Acredito que o tutor hoje em dia já saiba da importância de conduzir o pet com o máximo de proteção. Mas, por maiores que sejam esses cuidados, isso não os livra totalmente do risco de acidente”, observa a executiva da Au!Happy. Por isso, ele afirma que um plano de saúde especializado em cuidar dos pets também é importante para quem não abre mão da prevenção. “Em situações graves e inesperadas, é preciso atentar também para o atendimento ao animal. A exposição a algum tipo de risco eleva ainda mais essa necessidade”, aponta Simone.

quarta-feira, 26 de abril de 2023
DIRETOR-PRESIDENTE DA REVISTA TOTAL MARCELO MESQUITA VISITA O SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE PERNAMBUCO
DIRETOR-PRESIDENTE DA REVISTA TOTAL MARCELO MESQUITA VISITA O SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE PERNAMBUCO

terça-feira, 25 de abril de 2023
EM MATÉRIA DE MARKETING POLÍTICO MARCELO MESQUITA É UM PROFISSIONAL FORA DA CURVA
EM MATÉRIA DE MARKETING POLÍTICO MARCELO MESQUITA É UM PROFISSIONAL FORA DA CURVA
Por: Marcos Lima

segunda-feira, 24 de abril de 2023
A jornalista Lívia Rosa Santana é perseguida por não jornalistas
A jornalista Lívia Rosa Santana é perseguida por não jornalistas

sábado, 22 de abril de 2023
ORLANDO JORGE FOI AGRACIADO COM DOIS TROFÉUS DA REVISTA TOTAL PELO EXCELENTE ÍNDICE DE APROVAÇÃO QUE TEM DA POPULAÇÃO LIMOEIRENSE
ORLANDO JORGE FOI AGRACIADO COM DOIS TROFÉUS DA REVISTA TOTAL PELO EXCELENTE ÍNDICE DE APROVAÇÃO QUE TEM DA POPULAÇÃO LIMOEIRENSE

O que o trauma faz com o nosso pensamento
CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA
O que o trauma faz com nosso pensamento
A partir dos nossos pensamentos criamos conceitos que nos movem a ações. Quando sofremos traumas nossos pensamentos se detêm apenas em coisas erradas, intrusivas e, nos desviamos para um caminho que jamais tencionamos percorrer.
Um fato é a história de uma mulher que foi encontrada deitada nos trilhos de trem por um rapaz que corria numa trilha próxima. Quando levada à clínica para uma avaliação, ela perguntava ao psiquiatra: “- Quem me colocou no trilho do trem?”
Semelhante a ela, quantos de nós agimos de maneiras estranhas movimentados por impulsos oriundos de um trauma. Alguns bebem demais, outros fumam demais, algumas pessoas se viciam com dezenas outras coisas, no afã de amenizar os impactos da dor psíquica.
Evidentemente que depois de um trauma a narrativa da nossa vida ganha um rumo distinto do que era antes. Isso é óbvio, mas não precisamos nos deter nelas. A vida por si só já é estressante demais para acumularmos mais situações. Então vem a pergunta: o que podemos fazer?
Buscar desviar o foco. Parece simples, mas pode ser efetiva apenas olhar por alguns minutos um relógio pendurado na parede, observando o movimento dos ponteiros.
Outra dica interessante é rever um documentário instigante ou um filme divertido.
O Dr. Paul Conti diz que voltar a atenção para algo que não gosta também pode ajudar muito. Por exemplo: fazer uma playlist de músicas que não gostamos certamente não nos fará prestar atenção em outras coisas e é um método eficaz para darmos um reset em nossa mente (CONTI, 2022).
Situações práticas podem ser efetivas. Ajuda humanitária foi e sempre será uma valiosa dica para esquecermos as dificuldades da vida e; para além disso, outra questão importantíssima é o autoconhecimento. Nos conhecer, e quando digo isso é conhecimento profundo, que passa pelo fisiológico mesmo, pode ser muito relevante.
Saber como meu corpo funciona pode ser pertinente para minimizar situações angustiantes, pois saberemos como realmente devo me proceder.
E é disso que conversaremos na próxima semana.
Um fortíssimo abraço para você!
Instagram: baunilha45 e s48m7
Referência:
CONTI, Paul. Trauma: a epidemia invisível. Trad. Beatriz Medina. Rio de Janeiro: Sextante, 2022.

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